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sábado, 12 de abril de 2014

A culpa não é da Copa

Mais um ótimo e polêmico texto... Este é da Fernanda de Lima, aluna da turma matutina de ADM. E você, o que pensa sobre esse assunto? Leia o post e comente.
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       Nesse ano de 2014, o Brasil terá grandes benefícios a partir da Copa do Mundo, como: mais turistas gerando lucro para empresas (principalmente de hotéis e turismo) e empregos para os brasileiros; melhorias na economia; ampliação de serviços; seu conhecimento por pessoas de vários locais do mundo, dessa forma, a cultura brasileira poderá ser divulgada amplamente; a reforma de aeroportos, melhorando as condições para os turistas e também para os brasileiros que utilizam o avião como meio de transporte e melhorias no sistema de telecomunicações, principalmente internet e celulares.
         Porém, a Copa não trará só benefícios, mas também impactos negativos pelos quais o país não deveria passar. Basicamente, o alto gasto com a reforma de estádios, a construção e a infraestrutura já passou de bilhões. A copa pode trazer alguns impactos ambientais, sim, a princípio pode causar a destruição de áreas verdes, e a poluição, mas tudo isso pode servir para que as pessoas se tornem mais sustentáveis e percebam que a natureza é importante para nossa sobrevivência e também para o país progredir.
         É de importância crucial que os brasileiros saibam de onde vem esse dinheiro, tanto quanto para onde ele vai, que, no caso desse ano, será utilizado na copa, e nos anos seguintes vai para o bolso dos políticos. Enfim, os altos valores de impostos deveriam ser revertidos de outras maneiras. Porém, nossos governantes não conseguem planejar melhor nosso sistema econômico, cultural e social para que tudo possa ser feito, como melhoria na educação, na saúde, no transporte público e também no entretenimento, com a melhoria e a construção de estádios de futebol.
         O problema não está na Copa, e sim nos nossos governantes que não têm eficiência nenhuma, nem honestidade para saber administrar o dinheiro público, pois pessoas em hospitais já morriam antes da copa vir para o Brasil. Planejamento é o que falta para o país progredir. Hipocrisia é brasileiro falar que não gosta de futebol. Além disso, também precisamos de lugares para lazer.
          A população não pode ficar de braços cruzados e deixar que o nosso dinheiro seja aplicado de forma errada e incapaz de fazer o país avançar tanto economicamente, quanto socialmente. A melhor forma de mostrar para nossos governantes que “estamos de olho” é fazer manifestações pacíficas e lutar pelos direitos do país.
          E que sejamos campeões, pois já que estamos fazendo a Copa em nosso país, que tenhamos a oportunidade de mostrar o quanto somos hospitaleiros e mostrar a alegria e a felicidade do nosso povo.

                          ( Fernanda de Lima, ADM, manhã )

terça-feira, 1 de abril de 2014

Leis desleais

Neste post, a aluna Graziela, da turma de ADM - noturno, traça importantes reflexões sobre o que é "de direito" e se é direito... Conheça suas ideias, lendo este texto.
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Eu não costumo dar minha opinião em assuntos polêmicos e nem postar nada sobre isso em redes sociais, mas eu tomei ciência de um fato que preciso compartilhar com vocês, porque tenho certeza de que muita gente não sabe.
Nós, cidadãos, temos leis para garantir nossos direitos e deveres. Logo, nos baseamos nas leis para viver em sociedade. Mas como viver numa sociedade, onde as leis são mudadas a torto e a direito, e o pior, sem motivo forte o bastante para isso?!
Eu não sou contra a mudança, pelo contrário, nossa constituição é bem retrógrada e há coisas que precisam de revisão há décadas. Mas existem coisas que não há por que mudar. E se os nossos governantes, apesar disso, acreditarem que precisam ser mudadas, poderiam, pelo menos, estruturá-las de forma mais adequada.
Como é agora o caso do novo modelo de carteira de estudante, a qual, por meio de lei, garante-nos, estudantes, meia entrada em diversos eventos. Ela foi criada para que não haja mais fraudes. Ideia bacana e válida. Porém, essa carteira é cobrada e terá que ser renovada a cada ano. ABSURDO!
Ela custa R$ 20,00 e temos que pagar o frete também, no valor de R$ 6,50. Não é justo, nós, estudantes, termos que pagar por um direito nosso. Não é um favor que o governo nos faz. Se, apesar de tudo, ainda tivermos que pagar, por que eles não fazem como no caso da Carteira de Identidade, em que a primeira via é gratuita? Se o estudante a perder, aí, sim, pagaria uma taxa. Salvo no caso de roubo.
Eu estou indignada! Não só como estudante, mas como cidadã. Sabe, que país é esse onde as leis criminais são brandas, não são revistas, e uma simples lei para estudante é revista com prioridade? Que país é esse onde há mais dinheiro sendo investido e gasto em estádios aos quais nem todos os brasileiros têm acesso, ao invés de ser gasto com melhorias em saúde, educação? Que país é esse onde uma pessoa é eleita e, ao invés de governar para o povo, governa segundo seus mandos e desmandos e de seus "conselheiros" ministros? Eu não quero um país assim para os meus filhos. E tenho certeza de que não foi esse o país que meus pais sonharam para mim.
O voto é a nossa única arma. E este ano é eleitoral, então, eu lhes peço para que pensem, revejam, pesquisem antes de usar essa arma poderosa, porque o tiro é único e pode nos salvar ou nos fazer sofrer por mais 4 anos...
E, para quem quiser saber mais do que eu estou falando, segue um link:


                                           ( Graziela Fortunata, ADM, noturno )

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

As diferenças fazem a diferença

Que alegria inaugurar as postagens de 2014 com um texto tão entrosado com a proposta de nosso blog. É a aluna Fernanda Lima, da turma de ADM da manhã, que nos faz refletir sobre a importância das diferenças... Vamos conhecer suas ideias?
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Como seria o mundo se todos nós fôssemos iguais?
A partir daí começamos uma viagem através do tempo, onde existiam ditaduras, regimes, políticas que todos deviam seguir e, se descumprissem, teriam uma punição. Como se fôssemos uma linha de produção, onde cada peça deveria estar no seu lugar e, ao sair do lugar, causava danos a todo o processo.
Mesmo assim pessoas de caráter, com ideias e ideais definidos, correram atrás de defender suas visões. E se essas pessoas ficassem caladas, como a sociedade atual seria? Seríamos um bando de robôs, que apenas cumpriríamos ordens, sem nos manifestar ou até mesmo aceitar sem ser o correto? Com medo de como poderiam nos castigar se saíssemos da ordem imposta? Pensaríamos todos iguais e nunca teríamos opinião concreta sobre algo?
Não consigo imaginar um mundo onde tudo é igual. A sociedade não seria a mesma se as pessoas agissem e pensassem da mesma maneira. As diferenças são o que nos une de uma forma ou de outra. Ninguém conseguiria viver com um clone seu, que fizesse tudo aquilo que você faria, sem ter opinião e modo próprio de viver.
Estilo, cultura, esporte, livros, comidas, religião, costumes, lugares, filmes... Todos esses fatores mudam e dão uma característica a cada sociedade. As pessoas estão livres para ser o que bem entendem (claro, sem desrespeitar os deveres que todos temos de cumprir, no caso as leis). A cada dia que passa, novas ideias surgem, novas tendências aparecem, novas roupas são criadas e as pessoas seguem aquilo que lhes faz bem. Isso é bom, pois ninguém merece ser igual a ninguém. Ser diferente transforma.
Cada pessoa descobre no outro algo novo todos os dias. Descobre que nem sempre sua opinião pode ser a correta, e que deveriam ouvir o que o outro tem a dizer, sem antes criar um pré-conceito sobre determinado assunto. Cada um vive da forma que achar correto, não somos obrigados a seguir padrões de moda ou de beleza, padrões esses que não existem, pois cada um é feliz do jeito que quiser.
Temos que ser diferentes sim! Muitas pessoas seguem uma tendência, uma forma de viver, frequentam um lugar só porque aquilo “está na moda” (o que define estar na moda? Fazer tudo igual aos outros?). São pessoas sem personalidade própria, pois, no fundo, escondem o que queriam ser de verdade. Não devemos ter vergonha de ser quem somos, de vir do onde viemos, de ser de uma determinada família (pai e mãe, mãe e mãe, pai e pai), de seguir uma religião, de ter uma cultura diferente, devemos ter orgulho de ser quem somos. Homens, mulheres, cada um com um pensamento.
Transformar é ter a sabedoria de viver da forma que lhes cabe. Preconceitos, em minha opinião, não deviam existir, pois se a pessoa vive daquele jeito, tem o cabelo loiro, azul, rosa, preto, qualquer que seja, tem seu estilo próprio, é porque ela quer e devemos aceitar. Porque feio não é ter um estilo diferente; feio é não ter estilo, feio é apenas seguir padrões. Temos que ser mais modernos e saber aceitar as diferenças e descobrir novas coisas com elas, viver do jeito que nos faz feliz, que nos faz bem, sem imaginar o que as pessoas vão pensar, pois nem sempre o que você pensa é o que elas dizem. Muitas podem te idolatrar por ter coragem de ter seu próprio estilo, pois muitas delas queriam ter essa coragem de sair de um padrão e se desgrudarem de suas máscaras, fingindo ser quem não são. Seja você, mesmo com todas as diferenças, sem medo de viver.
                                                    (Fernanda Lima, ADM, manhã)

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

E novas ideias chegam em 2014...

Sejam todos bem-vindos a este novo ano letivo! 

Novos alunos e leitores estarão conosco, neste espaço, compartilhando suas ideias e ideais...
Aproveitem para "explorar" o blog, lendo as postagens, acessando os links sugeridos, tornando-se membros/seguidores, curtindo nossa página no Facebook, enfim, familiarizando-se com este espaço que já é seu também!
A intenção é que vocês aprofundem os processos reflexivos iniciados durante as aulas de Português, sobre os temas Sustentabilidade, Arte e cultura, e produzam seus textos para serem postados aqui.
Sugiro que leiam a primeira postagem (Sustentem essa iniciativa), publicada há 2 anos, na qual apresentamos os ideais deste NOSSO blog.

E seguiremos acreditando, atuando, produzindo e compartilhando conhecimento! Afinal...

"A História está repleta de pessoas que, como resultado do medo, ou por ignorância, ou por cobiça de poder, destruíram conhecimentos de imensurável valor que, em verdade, pertenciam a todos nós.
Nós não devemos deixar isso acontecer de novo."
(Carl Sagan)

E para aquecer nossas reflexões:


Abraços "sustentáveis",
Profa. Cristina.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Uma escolha incerta que atualmente vem virando uma paixão

Leiam este interessante post com reflexões sobre a escolha de uma graduação, em especial a de Administração.
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Muitas pessoas, nos dia de hoje, sonham em ter um bom emprego e consequentemente um bom salário e, para isso, o primeiro e grande passo é um curso superior (independentemente da área), pois nele são adquiridos conhecimentos e experiências necessárias para que surja um profissional capaz de executar suas tarefas obtendo o seu melhor resultado.
Entretanto, quando se é jovem, é uma incógnita saber qual carreira seguir, pois este período da vida é marcado por várias transformações, dúvidas e principalmente preocupações e responsabilidades, em que passar no vestibular e escolher a profissão da vida é primordial. Talvez seja por esse motivo que o curso de administração é marcado pela seguinte frase: “Vou fazer administração porque ainda não sei o que quero fazer”.
Apesar da frase, quando você começa o curso, começa também uma vida nova (talvez, não só nesse em específico, nos outros também), mas este, em especial, lhe mostra uma série de opções, no mínimo, interessantes e completamente diferentes, pois com o curso são nítidas as diferentes áreas que se abrangem, cada qual com suas particularidades, fazendo com que a pessoa que entrou porque não sabia o que fazer facilmente descubra o que gosta, devido à gama de opções existentes, e se apaixone pela administração.
A partir disso, é bom lembrar que uma escolha para aparentemente passar o tempo ou para ter tempo de encontrar a carreira a seguir, tenha valido muito mais do que simplesmente optar por não fazer nada, pois não fazendo nada, talvez nunca achasse a profissão escolhida e, fazendo administração, o leque de opções foi mostrado, cabendo à pessoa decidir qual é a sua área.
No decorrer do curso, é mostrado que nem tudo é tão bom e fácil como parece, e a palavra administração começa a fazer muito mais sentido do que fazia antes... Você é obrigado a se organizar, começando com os papéis, depois com os horários, depois com o que fazer na semana, como estudar para cada matéria etc. Com isso, é perceptivo que o curso honra o seu nome, pois surge a necessidade dos alunos administrarem a si próprios para assim prosseguir na administração.
Em suma, é fácil notar que sempre haverá barreiras e dúvidas na vida de todos e que cabe a cada um saber lidar com elas, seja tomando a frente de algo que não conhece, ou não tendo atitude alguma, mas é bom ressaltar que aquilo que é desconhecido pode ser aquilo que você amará e terá orgulho em fazer e, por consequência, fará bem feito. Vale lembrar também que não há satisfação por completo sem riscos, pois quanto maiores forem os riscos, melhor será o resultado, seja ele positivo ou negativo. Afinal, se for negativo, a experiência desenvolvida fará com que o mesmo erro não seja mais cometido.
(Mayara Placida, ADM, noturno)

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Vazios

Um bonito poema para refletirmos sobre o modo como estamos vivendo a nossa vida... Mais uma importante reflexão da turma de Contábeis, da aluna Julianny.
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É assim que vivemos, mas não é assim que ele vive,
eu não vivo como você, nem ele como eu.
O que ele tem eu não tenho e o que eu tenho o outro não tem.
Que sociedade é essa? 
Que mundo é esse?
O que importa?
Eu? Você? Ele?
Nós! 
Individualidade predominando,
capitalismo contaminando
e o mundo continua se acabando. 
É assim que seguimos a vida, 
nada fazendo por ninguém.
Vida singular,
vida vazia,
vida sem amor,
vida capitalista!

( Julianny Batista Santos, Ciências Contábeis )

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Renúncia

Eis um belo texto, de tom mais intimista, o qual, todavia, nos faz refletir a respeito de questões importantes sobre nossas ideias e ideais... 
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Hoje renuncio a tudo. Renuncio aos amores não vividos, às brigas em família mal resolvidas, às contas não pagas, às palavras não ditas.
Renuncio à vida que gostaria de ter e, por percalços da vida, não aconteceu. Renuncio a quem eu gostaria de ser, mas por ter pensado de menos e me “desresponsabilizado” demais, não sou.
Renuncio aos meus projetos, renuncio às frustrações. Decidi me reinventar, decidi amar quem e o que me tornei com o passar dos anos. Percebi que, até hoje, fui o que esperavam que eu fosse, aliás pensei que fosse, pois, no final, percebi que mesmo querendo o contrário, decepcionei muitos, e o pior, decepcionei a mim mesma.
Fui amiga de ir até as últimas consequências, acreditando que, assim, teria alguém ao meu lado quando precisasse, mas nem sempre tive. Fui filha, irmã, mãe, esposa, amante. E não tenho certeza de ter desempenhado bem nenhum desses papéis. Me preocupei demais com tudo e acabei esquecendo que a vida segue seu caminho, e não depende de mim para que as coisas aconteçam. Me cansei quando tinha que continuar, gritei quando o melhor a fazer era calar, desisti quando precisava de somente mais um passo.
Assisti a filmes e tentei transportá-los para a minha vida, achando que teria algo de mágico para acontecer assim como nos filmes... E, na verdade, a mágica se faz nas coisas mais simples e, por falta de sensibilidade, não vi a mágica acontecer, não dei a devida importância.
Sinto saudades do que não vivi, sinto falta de pessoas que não conheci e, diante de todas essas conclusões, a única coisa que posso fazer é renunciar a mim e me reinventar.

                                                 ( Marcela Morais, Ciências Contábeis )