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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Do pensamento à palavra

Oba! Inauguramos o 2º semestre com um post tão lindo e tão representativo de tudo que estamos conversando em classe e refletindo... Muito orgulhosa desses jovens que se dispõem a pensar! Parabéns, Victória!
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Em minha mente, o caos:
Pensamentos a todo vapor
Brotam sem serem plantados
Não adianta me opor

Se dizem: “Não pense em tal coisa!”
Então, já não posso evitar
Como num passe de mágica
Encontro-me nela a pensar

E essa bagunça é só minha
Meu espaço particular
Da mais livre expressão
Que se possa imaginar

Mas ainda me resta uma escolha:
Qual pensamento vou alimentar?
O que me leva pra baixo
Ou aquele que me faz voar?

Mediante a tamanha desordem
Ecoa um questionamento
Como expressar ao outro
O que está em meu pensamento?

Em instantes, tudo ocorre
Seleção de ideias e triagem
Definindo a melhor maneira
De transmitir minha mensagem

Então, com a palavra dou forma
A toda a essa confusão
Mas que incrível é
o processo de comunicação!

(Victória Yasmine dos Santos Antunes, Contábeis )

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Por uma causa

Neste lindo poema, a aluna Yasmin Albuquerque convida-nos a refletir sobre o papel da mulher nas lutas por justiça e igualdade de direitos. Vamos conhecer suas ideias?  
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O ódio e o terror se espalharam pela nação 
Afinal, proibiram a liberdade de expressão
Muitos saíram às ruas, vários foram presos
E a esses, restaram apenas trauma e medo

A participação das mulheres foi essencial
Mas a agressão foi brutal
Vários homens e uma mulher,
vulnerável, numa sala
já sabemos como acaba!

Não desistiram, continuaram a lutar
mesmo com todo o sofrimento a carregar
Mulher é sensível, é preciso saber lidar
mas seus sentimentos eles passaram a ignorar

Elas queriam revolucionar
Acabar com a opressão
Eles queriam mandar e maltratar
Não importa se é mulher ou não

Muitas morreram de tão violentadas
Outras sobreviveram,
mas carregam o trauma
E eu te pergunto: valeu a pena?
As mulheres agora têm diretos
ou continua o "mesmo esquema"?
 

(Yasmin Albuquerque, ADM, noturno)


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A arte de tocar

A Bárbara, aluna da turma de Contábeis, nos apresenta sua paixão pela música de uma forma poética... Desfrutem! 
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Tocar é mais que simplesmente saber as notas, 
É saber senti-las  
É mais que realizar a prática, 
É entender a teoria 

Tocar não é somente tocar 
É agraciar e encantar... 
E pode-se estar sozinho, 
com uma orquestra ou um amigo, 
Com tanto que deslumbre o tocar se torna lindo 

O tocar de um violão, de um alaúde ou cavaquinho 
Tem, em todas suas cordas, um grande atrativo 
Particular são os gostos, cada um tem seu instrumento amigo 
Mas o meu favorito é meu velho e bom violino 

Há quem prefira flauta, corneta ou bombardino 
pois no seu soprar encontram um conhecido 
E ainda há os que gostam de agogô e bateria, 
Pois o que vale para essas pessoas 
É acompanhar toda essa magia 

Mas no fim não importa qual instrumento é seu amigo 
pois na arte de tocar não há muitos requisitos 
Só é preciso, principalmente, uma coisa,  
e isso, meu caro, 
Não é fácil, não se compra  

A grande arte de tocar 
É o que todos têm  
e não sabem como explicar 
São somente quatro letras 
Mas não é fácil desvendar 

Sim, é o amor 
pois na verdade tocar é amar 
E é no ato de amar 
que almas conseguimos conquistar!

       (Bárbara Myrlâine, Contábeis)

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Metanoia da sustentabilidade

Neste post, a aluna Karina debate a urgência da sustentabilidade tornar-se uma conduta pessoal.
Vale a reflexão!
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Por onde passamos, nos deparamos com o termo sustentabilidade, obtendo fácil acesso a suas informações e seus objetivos. Mesmo assim, não enxergamos grandes mudanças em sua totalidade, a qual não se refere somente ao meio ambiente, mas também e principalmente aos agentes por detrás dele, sendo esses os meios social, econômico, educacional e político.
       Com isso, somos levados a pensar se houve uma real conscientização das partes. Será que a sociedade tem discernimento de que seus atos, mesmo aparentemente pequenos e inofensivos, como não poupar a água ao utilizá-la, pode não só prejudicar ao seu redor, mas seu país e até o planeta? Empresas, grandes ou pequenas, preocupam-se com o que irá ser afetado com a sua produção, tal como a possível poluição causada por suas máquinas? Crianças e adultos possuem educação sobre qual a melhor e mais correta maneira de reagir com a “nova” ideia de preservação? Existem ações políticas contínuas em prol de mudanças significativas, como fiscalização, investimentos ou incentivos para a população?
       São muitas as questões, contudo, são poucas as respostas positivas ou animadoras. Encontramos pessoas desperdiçando tudo e com pouca orientação sobre a necessidade de um mundo sustentável como um fato, empresas visando somente aos lucros e os do “poder” sustentando-se em promessas. Logo, deparamo-nos com uma grande onda de informação e um abismo de aplicabilidade. São muitos agindo de forma indiferente com o caso, ou ainda utilizando-o apenas como status e não como uma ideologia, como um estilo de vida.
Afinal, a condição é evidente: se queremos que haja mudanças significativas, não bastará ser só algo superficial ou externo, mas sim que inicie de dentro para fora, dentro de cada indivíduo, além de somente falas ou movimentos que passem a ideia de “Estamos fazendo algo!”, quando, na verdade, não estão. Que chegue o dia – e que não tarde – que iremos nos importar menos com o “eu” e mais com o todo... Com isso, todos terão a verdadeira conscientização, possibilitando, assim, chamarmos - com veracidade - nosso mundo de sustentável.
(Karina Oliveira, Contábeis)

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Além do horizonte

Este post está bárbaro... e nos enche de alegria e fé por vermos que há jovens que se preocupam, sim, com o que está acontecendo além do seu umbigo... Parabéns, Jéssica! Acho que o Jota Quest ficaria orgulhoso! ;)

video

                                                               ( Jéssica Soares, ADM, noturno ) 

sábado, 28 de maio de 2016

"Aedes aegypti": um problema mundial

Sempre é tempo de lembrar da importância de evitarmos a proliferação do aedes aegypti
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          Um dos grandes problemas mundiais atualmente é o vírus Aedes aegypti. Ele não só transmite a dengue, mas também o zika vírus e a febre chikungunya. São comuns em regiões urbanas de climas tropicais e subtropicais. O único jeito de identificá- lo é pelas manchas brancas que possuem pelo corpo. O problema não está nos machos, mas sim nas fêmeas que, ao sugar o sangue do indivíduo despeja o vírus nele. Uma vez que a fêmea deposita seus ovos em locais com água parada, para evitar o desenvolvimento desses ovos é de suma importância eliminar todo foco de água parada. 
          O vírus é encontrado em regiões da África e América do Sul, com chances de se espalhar para outros países do globo por conta das Olimpíadas no Brasil neste ano de 2016. Assim, vários governos como os dos EUA, do Canadá e da União Europeia, estão adotando medidas para impedir essa contaminação. Os EUA, por exemplo, estão aconselhando às mulheres grávidas que evitem visitar o Brasil durante as Olimpíadas. No lado do Brasil, medidas contra o mosquito já estão em prática, tal como o fato de agentes de saúde irem aos locais de riscos e de competição para vistorias regularmente. O Ministério do Turismo divulgou uma nota orientando os turistas quanto à reprodução do vírus, tais como examinar se a água da piscina está tratada e manter caixas d’água fechadas e ralos protegidos por telas, além de orientar os proprietários de bares, restaurantes, hotéis e lojas sobre os mesmos procedimentos.
           Hoje há uma campanha chamada Zika zero, cujo objetivo é informar as pessoas sobre a importância da prevenção e assegurar o apoio delas contra os criadouros. Além de instruir a população, mandam agentes de saúde a residências e escolas para vistorias e para orientar as pessoas sobre o mosquito. Vale ressaltar que as recomendações contra o mosquito são o uso de repelentes e, para evitar a reprodução, deve-se verificar se há pneus ou outros objetos que podem acumular água e, em casa, colocar areia nos potes embaixo de plantas para evitar a proliferação do mosquito.
             Apesar das críticas da mídia internacional quanto aos jogos Olímpicos e o perigo do vírus, o Brasil não pode se intimidar com a pressão deles e fazer o seu trabalho o melhor possível para anular o mosquito, junto do trabalho de campanhas e mutirões. Com isso, se o Brasil conseguir dissipar o vírus Aedes Aegypti, provará ao mundo que é um país capacitado para promover grandes eventos.


                            (Caio Brandão Bibiano dos Santos, ADM, diurno)

Fontes:

Qual é o seu diferencial?

Que importante reflexão nos trouxe a aluna Giovanna, do 3º semestre de Administração...
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"As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam."
(Bernard Shaw)

Era abril, semana de provas na faculdade. Me peguei pensando sobre como nossa vida segue um roteiro. Nascer, crescer, estudar, trabalhar, morrer. 
Ainda estou na terceira fase. Ir à faculdade e assistir às aulas, pensando em somente uma coisa: a temida prova. Acabamos por "aprender" por uma única razão. Razão a qual não nos ajudará a conquistar uma vaga de emprego no futuro. Somos submetidos a avaliações que, na maioria das vezes, não nos ajudam a aprender. O que fazemos é decorar a matéria para nos sairmos bem no resultado final e sermos aprovados. E o que acontece daqui a alguns meses? Não nos lembramos de quase nada do que estudamos. 
Tenho a impressão de que estamos ali apenas para pegar um diploma. Para podermos falar que somos graduados. Mas a questão é: estamos sendo realmente preparados para o mercado de trabalho? Estamos adquirindo conhecimento o suficiente para conquistarmos aquela vaga na empresa que tanto almejamos? Sei que não podemos virar dependentes da universidade, e é a esse ponto que quero chegar.  
Devemos ir além, estudar por vontade própria, e não porque a prova está se aproximando. Não podemos nos contentar apenas com atividades bimestrais e trabalhos que aparecem uma vez ou outra. Temos o dever de sermos diferentes, dedicados, comprometidos, responsáveis, interessados. Esse é o nosso futuro. É a nossa carreira profissional que está em jogo. Não podemos ser mais um!... 
No final das contas, o sucesso depende de cada um de nós. Não há nada melhor do que fazermos algo de que gostamos, que sabemos que faz alguma diferença na nossa vida. E meu desejo é que não nos falte vontade para lutarmos por tudo aquilo que nos faz bem.
                                                   (Giovanna Batistela, ADM, diurno)